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	<title>FBSSAN</title>
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	<description>Dai pão a quem tem fome e fome de Justiça a quem tem pão</description>
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		<title>Agrotóxico, transgênicos e o novo agronegócio</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 15:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrangência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>

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		<description><![CDATA[A concentração no campo é conhecida inimiga na luta pela justiça social no Brasil. No País do agronegócio – em que usineiro é herói e a reforma agrária é divida histórica centenária – 2,8% das propriedades rurais são latifúndios que dominam mais da metade de extensão territorial agricultável do país (56,7%), segundo os dados levantados [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=152&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A concentração no campo é conhecida inimiga na luta pela justiça social no Brasil. No País do agronegócio – em que usineiro é herói e a reforma agrária é divida histórica centenária – 2,8% das propriedades rurais são latifúndios que dominam mais da metade de extensão territorial agricultável do país (56,7%), segundo os dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) em 2006. Mas, a concentração no campo não se limita às propriedades. O oligopólio das fabricantes de sementes transgênicas e agrotóxicos se fortaleceu no Brasil nas últimas décadas, imprimindo um novo modelo de dominação que vai do campo para a cidade, rendendo cifras bilionárias para poucos e prejuízos à saúde de muitos.</p>
<p>A reportagem é de Débora Prado e publicada pela revista Caros Amigos, 17-09-2010.</p>
<p>Detentoras de grande capital, patentes, poderosos lobbies políticos e com um exército técnico e jurídico a sua disposição, essas companhias não conheceram a crise econômica. As vendas mundiais de agrotóxicos atingiram cerca de US$ 48 bilhões em 2009, o que significa que o faturamento das empresas deste setor é maior que o PIB de grande parte dos países no mundo. Entre 2000 e 2009, o mercado mundial de agrotóxicos cresceu 94%, ao passo que o brasileiro subiu 172%.</p>
<p>Somente no ano passado, foram registrados 2195 agrotóxicos no mercado brasileiro, que movimentou US$ 6,8 bilhões, de acordo com dados da Sindag, o sindicato das empresas. Os dados foram apresentados pela integrante da Gerência Geral de Toxicologia da Anvisa, Leticia Rodrigues da Silva, em um seminário nacional contra o uso dos agrotóxicos promovido pela Via Campesina, em parceria com a Fiocruz e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) do MST.</p>
<p>Apesar das altas cifras, este é um mercado caracterizado pelo oligopólio e por um elevado grau de concentração – 13 empresas multinacionais respondem por 90% do mercado, sendo as 6 maiores (Syngenta, Bayer, Basf, Monsanto, Dow Quemical e DuPont) &#8211; responsáveis por 68%.</p>
<p>Já poderosas no setor de agrotóxicos, estas multinacionais investiram ainda na compra de inúmeras fabricantes de sementes no Brasil a partir da década de 1990 e, recentemente, criaram o crédito direto ao produtor, ampliando seus braços de controle sobre a produção de nacional. Para Leticia, isto significa que “a relação do agronegócio e da indústria de agrotóxico não é só de compra e venda, mas de subordinação”.</p>
<p>Além dos impactos econômicos e sociais desta dominação, a disseminação em escala industrial dos produtos fabricados por estas empresas é uma questão ambiental e de saúde pública. &#8220;No ano passado, por exemplo, a Anvisa começou a fiscalizar as empresas produtoras e encontrou irregularidades em todas, como adulteração de produtos que estavam com formulação diferente da registrada e comercialização de vencidos&#8221;, relata Letícia. Somente na Dow Chemical, em junho deste ano, foram interditados mais de 500 mil litros de agrotóxicos e um funcionário foi conduzido à polícia por tentativa de omissão de produto.</p>
<p>A Anvisa colocou ainda 14 agentes ativos usados em agrotóxicos que se espalham pelas lavouras brasileiras em reavaliação – muitos deles inclusive proibidos em outros países como os EUA e alguns Europeus – sob suspeita de prejuízos à saúde. As empresas do setor entraram na justiça para impedir a revisão e até o momento quatro elementos foram banidos.</p>
<p>&#8220;O problema é que o prazo entre a entrada de um produto novo no mercado, a constatação dos seus efeitos e a retirada, no caso de ele ser prejudicial, é muito grande. E os danos à saúde ou mortes causadas pelos agrotóxicos geralmente são em longo prazo, então fica difícil provar o nexos de causalidade. Claro que há produtos em que se pode afirmar isto e é estes que queremos banir”, ressalta Letícia, complementando que “não há estudos em nenhum lugar do mundo sobre os efeitos da exposição à mistura de agrotóxicos, mesmo que seja em lavouras sucessivas”.</p>
<p>Para ela, o que está em cheque é a possibilidade da população decidir se quer ou não consumir agrotóxico. &#8220;Hoje é praticamente impossível comprar um alimento sem agrotóxico, porque mesmo aqueles que são produzidos sem mostram índices de contaminação, que está em toda cadeia alimentar, na água e até no ar”.</p>
<p>Com isso, em 2009, mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados do Sindag. O Brasil ocupa o posto de liderança no consumo desses produtos e, segundo dados do Movimento de Pequenos agricultores, se dividida a quantidade total de agrotóxicos utilizados em 2009 pelo número de habitantes do País, cada pessoa consumiu em média 5,2 kg de agrotóxicos ao longo do ano.</p>
<p>Horacio Martins de Carvalho, engenheiro agrônomo, avalia que este é um um novo modelo produtivo econômico, político e cultural, em que a patente dos genes e os Organismos Geneticamente Modificados fazem parte das estratégias comerciais das empresas para vender pesticidas. “O consumo mundial de agrotóxicos determina e é determinado pela combinação do controle privado das patentes de OGM e das fusões das empresas da área da indústria química”, explica.</p>
<p>Os números corroboram com esta avaliação. A Monsanto, por exemplo, tem hoje 25% do mercado brasileiro de sementes de hortaliças, segundo dados levantados pelo professor. Já um levantamento feito Sérgio Porto, da Conab, mostra que somente no cultivo de soja, um dos flancos dos transgênicos no Brasil, o uso de herbicidas passou de 142,16 mil toneladas, em 2005, para 226,82 mil toneladas no ano passado, um aumento de 60%. O custeio agrícola seguiu a expansão do uso de herbicidas, passando de R$ 4,82 bilhões, em 2005, para R$ 8,24 bilhões no ano passado.</p>
<p>“Os dados comprovam que não se usa menos agrotóxicos, nem se gasta menos, com os transgênicos, como os produtores costumam dizer. Pelo contrário, o uso de herbicidas, fungicidas e inseticidas só aumentou no Brasil”, conclui Porto.</p>
<p>O modelo é altamente concentrado: das 149 milhões de toneladas de grãos na colheita deste ano, 80% é de milho e soja e outros 10% de arroz. Ou seja, apenas 3 produtos dominam a produção brasileira de grãos. Isto gera uma insegurança alimentar que pode penalizar toda sociedade. “São Paulo é o Estado com maior insegurança alimentar em termos de demanda e oferta, uma vez que a opção pela cana-de-açúcar leva o Estado a trazer de fora grande parte dos alimentos”, complementa Porto.</p>
<p>A concentração em poucos produtos é acompanhada de uma concentração regional na produção. “A transição para um novo modelo é crucial e para isso a pressão social é necessária. O debate sobre a alimentação saudável e o modo com se produz deve ser um elemento central na união das lutas no campo e na cidade”, destaca Porto.</p>
<p>____________________________________________________</p>
<p>Thays Puzzi</p>
<p>FNRA &#8211; Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo</p>
<p>Assessoria de Comunicação</p>
<p>+55 61 8134 9592</p>
<p>+55 61 3323 1770</p>
<p><a href="http://www.limitedaterra.org.br/" target="_blank">www.limitedaterra.org.br</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/152/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=152&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>NÃO AO SUBSTITUTIVO DO CÓDIGO FLORESTAL!</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 11:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrangência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Código Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE BRASILEIRO E DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS: NÃO AO SUBSTITUTIVO DO CÓDIGO FLORESTAL! O Código Florestal (Lei nº. 4.771, de 15 de setembro de 1965) está baseado em uma série de princípios que respondem às principais preocupações no que tange ao uso sustentável do meio ambiente. Apesar disso, entidades populares, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=147&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE BRASILEIRO E DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS:</p>
<p>NÃO AO SUBSTITUTIVO DO CÓDIGO FLORESTAL!</p>
<p>O Código Florestal (Lei nº. 4.771, de 15 de setembro de 1965) está  baseado em uma série de princípios que respondem às principais preocupações  no que tange ao uso sustentável do meio ambiente.<br />
Apesar disso, entidades populares, agrárias, sindicais e  ambientalistas, admitem a concreta necessidade de aperfeiçoamento do Código criando regulamentações que possibilitem atender às especificidades da  agricultura familiar e camponesa, reconhecidamente provedoras da maior parte  do alimentos produzidos no país.</p>
<p>É essencial a implementação de uma série de políticas públicas de  fomento, crédito, assistência técnica, agro industrialização,  comercialização, dentre outras, que garantirão o uso sustentável das áreas de reserva legal  e proteção permanente. O Censo Agropecuário de 2006 não deixa dúvidas  quanto à capacidade de maior cobertura florestal e preservação do meio  ambiente nas produções da agricultura familiar e camponesa, o que só reforça a necessidade de regulamentação específica.</p>
<p>Essas políticas públicas vinham sendo construídas entre os  movimentos e o Governo Federal a partir do primeiro semestre de 2009, desde então  os movimentos aguardam a efetivação dos Decretos Reguladores para a AF  que nos diferenciam do agronegócio.</p>
<p>Foi criada na Câmara dos Deputados uma Comissão Especial, para  analisar o Projeto de Lei nº. 1876/99 e outras propostas de mudanças no Código Florestal e na Legislação Ambiental brasileira.  No dia 09 de junho  de 2010, o Dep. Federal Aldo Rebelo (PCdoB/SP) apresentou à referida  Comissão um relatório que continha uma proposta de substituição do Código  Florestal.</p>
<p>Podemos afirmar que o texto do Projeto de Lei é insatisfatório, privilegiando exclusivamente os desejos dos latifundiários. Dentre  os<br />
principais pontos críticos do PL, podemos citar: anistia completa a  quem desmatou (em detrimento dos que cumpriram a Lei); a abolição da  Reserva Legal para agricultura familiar (nunca reivindicado pelos  agricultores/as visto que produzem alimentos para todo o país sem a necessidade de destruição do entorno) possibilidade de compensação desta Reserva  fora da região ou da bacia hidrográfica; a transferência do arbítrio  ambiental para os Estados e Municípios, para citar algumas.</p>
<p>Estas mudanças, no entanto, são muito distintas das propostas no  Projeto de Lei (PL). Nos cabe atentar para o fato de que segundo cálculos de entidades da área ambiental, a aplicação delas resultará na emissão entre 25 a  30 bilhões de toneladas de gás carbônico só na Amazônia. Isso  ampliaria em torno de seis vezes a redução estimada de emissões por desmatamento  que o Brasil estabeleceu como meta durante a 15ª Conferência das Nações  Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15) em Copenhague, em dezembro de 2009 e<br />
transformada em Lei (Política Nacional de Mudança do Clima)  12.187/2009.</p>
<p>De acordo com o substitutivo, a responsabilidade de regulamentação ambiental passará para os estados. É fundamental entendermos que os biomas e  rios não estão restritos aos limites de um ou dois estados, portanto, não é possível pensar em leis estaduais distintas capazes de garantir a  preservação dos mesmos. Por outro lado, esta estadualização representa, na prática,  uma<br />
flexibilização da legislação, pois segundo o próprio texto, há  possibilidade de redução das áreas de Preservação Permanentes em  até a metade se o estado assim o entender.</p>
<p>O Projeto acaba por anistiar todos os produtores rurais que  cometeram crimes ambientais até 22 de julho de 2008. Os que descumpriram o Código  Florestal terão cinco (5) anos para se ajustar à nova legislação, sendo que  não poderão ser multados neste período de moratória e ficam também  cancelados embargos e termos de compromisso assinados por produtores rurais  por derrubadas ilegais. A recuperação dessas áreas deverá ser feita no longínquo prazo de 30 anos. Surpreendentemente, o Projeto premia a quem  descumpriu a legislação.</p>
<p>O Projeto desobriga a manutenção de Reserva Legal para propriedades  até quatro (4) módulos fiscais, as quais representam em torno de 90%  dos imóveis rurais no Brasil. Essa isenção significa, por exemplo, que imóveis  de até 400 hectares podem ser totalmente desmatados na Amazônia &#8211; já que  cada módulo fiscal tem 100 hectares na região -, o que poderá  representar o desmatamento de aproximadamente 85 milhões de hectares. A  Constituição Federal estabeleceu a Reserva Legal a partir do princípio de que florestas o meio ambiente e o patrimônio genético são interesses difusos, pertencentes ao mesmo tempo a todos e a cada cidadão brasileiro indistintamente.  É essencial ter claro que nenhum movimento social do campo apresentou  como proposta a abolição da RL, sempre discutindo sobre a redução de seu tamanho (percentagem da área total, principalmente na Amazônia) ou sobre  formas sustentáveis de exploração e sistemas simplificados de autorização  para essa atividade.</p>
<p>Ainda sobre a Reserva Legal, o texto estabelece que, nos casos em  que a mesma deve ser mantida, a compensação poderá ser feita fora da  região ou bacia hidrográfica. É necessário que estabeleçamos um critério para  a recomposição da área impedindo que a supressão de vegetação nativa  possa ser compensada, por exemplo, por monoculturas de eucaliptos, pinus, ou qualquer outra espécie, descaracterizando o bioma e empobrecendo a  biodiversidade.</p>
<p>O Projeto de Lei traz ainda a isenção em respeitar o mínimo  florestal por propriedade, destruindo a possibilidade de desapropriação daquelas propriedades que não cumprem a sua função ambiental ou  sócio-ambiental, conforme preceitua a Constituição Federal em seu art. 186, II.</p>
<p>Em um momento onde toda a humanidade está consciente da crise  ambiental planetária e lutando por mudanças concretas na postura dos países,  onde o próprio Brasil assume uma posição de defesa do desenvolvimento sustentável, é inadmissível que retrocedamos em um assunto de responsabilidade  global, como a sustentabilidade ambiental.</p>
<p>O relatório apresentado pelo deputado Aldo Rebelo contradiz com sua história de engajamento e dedicação às questões de interesse da sociedade brasileira. Ao defender um falso nacionalismo, o senhor deputado entrega as  florestas brasileiras aos latifundiários e à expansão desenfreada do  agronegócio.</p>
<p>Sua postura em defesa do agronegócio é percebida a partir do termo  adotado no relatório: Produtor Rural. Essa, mais uma tentativa de  desconstrução do conceito de agricultura familiar ou campesina, acumulado pelos  movimentos e que trás consigo uma enorme luta política dos agricultores e  agricultoras familiares.<br />
Por tudo isso, nós, organizações sociais abaixo-assinadas, exigimos  que os assuntos abordados venham a ser amplamente discutidos com o  conjunto da sociedade. E cobramos o adiamento da votação até que este  necessário debat ocorra e que o relatório do deputado absorva as alterações  mencionadas no corpo do texto.</p>
<p><strong>ENTIDADES</strong></p>
<p>CUT &#8211; CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES<br />
FETRAF &#8211; FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA  FAMILIAR<br />
VIA CAMPESINA<br />
CPT &#8211; COMISSÃO PASTORAL DA TERRA<br />
MAB &#8211; MOVIMENTO DOS ATINGIDOS POR BARRAGENS<br />
MMC &#8211; MOVIMENTO DAS MULHERES CAMPONESAS<br />
MPA &#8211; MOVIMENTO DOS PEQUENOS AGRICULTORES<br />
MST &#8211; MOVIMENTO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS SEM TERRA<br />
ABEEF &#8211; ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA  FLORESTAL<br />
CIMI &#8211; CONSELHO INDIGENÍSTA MISSIONÁRIO<br />
FEAB &#8211; FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL<br />
MCP &#8211; MOVIMENTO CAMPONÊS POPULAR<br />
UNICAFES &#8211; UNIÃO NACIONAL DE COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA<br />
PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO<br />
ABRA &#8211; ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE REFORMA AGRÁRIA<br />
ABA &#8211; ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA<br />
ASSOCIAÇÃO DOS GEÓGRAFOS BRASILEIROS<br />
TERRAS DE DIREITOS<br />
INESC &#8211; INSTITUTO DE ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS<br />
ABONG &#8211; ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS<br />
AMIGOS DA TERRA BRASIL<br />
ABRAMPA &#8211; ASSOCIAÇÃO BRA<br />
MMM &#8211; MARCHA MUNDIAL DE MULHERES<br />
SOF &#8211; SEMPREVIVA ORGANIZAÇÃO FEMINISTA<br />
SILEIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO MEIO AMBIENTE<br />
IBAP &#8211; INSTITUTO BRASILEIRO DE ADVOCACIA PÚBLICA<br />
REDLAR &#8211; RED LATINOAMERICANA DE ACCIÓN CONTRA LAS REPRESAS Y POR  LOS RIOS, SUS COMUNIDADES Y EL ÁGUA<br />
FUNDAÇÃO PADRE JOSÉ KOOPMANS<br />
PROTER &#8211; PROGRAMA DA TERRA<br />
IBASE &#8211; INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS<br />
AS-PTA &#8211; AGRICULTURA FAMILIAR E AGROECOLOGIA<br />
APTA &#8211; ASSOCIAÇÃO DE PROGRAMAS EM TECNOLOGIAS ALTERNATIVAS<br />
AFES &#8211; AÇÃO FRANCISCANA DE ECOLOGIA E SOLIDARIEDADE<br />
CAIS &#8211; CENTRO DE ASSESSORIA E APOIO A INICIATIVAS SOCIAIS<br />
CENTRO DE ASSESSORIA JURÍDICA POPULAR MARIANA CRIOLA<br />
CEDEFES &#8211; CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO ELÓY FERREIRA DA SILVA<br />
CEPIS &#8211; CENTRO DE EDUCAÇÃO POPULAR DO INSTITUTO SEDES SAPIENTIAE<br />
CNASI &#8211; CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DOS SERVIDORES DO  INCRA<br />
COMITÊ METROPOLITANO DO MOVIMENTO XINGU VIVO<br />
DIGNITATIS<br />
FASE &#8211; SOLIDARIEDADE E EDUCAÇÃO</p>
<p>INSTITUTO MADEIRA VIVO</p>
<p>ONG REPORTER BRASIL</p>
<p>ASSESSOAR</p>
<p>INSTITUTO O DIREITO POR UM PLANETA VERDE<br />
REDE BRASILEIRA DE ECOSSOCIALISTAS<br />
GTA &#8211; GRUPO DE TRABALHO AMAZÔNICO<br />
ASSOCIAÇÃO ALTERNATIVA TERRAZUL<br />
REDE ALTERNATIVES INTERNACIONAL<br />
ENTIDADE NACIONAL DOS ESTUDANTES DE BIOLOGIA<br />
ASSOCIAÇÃO DE MULHERES ARRARAS DO PANTANAL<br />
CEDHRO &#8211; CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS DA REGIÃO OESTE DA  GRANDE SÃO PAULO<br />
IAMAS &#8211; INSTITUTO AMAZÔNIA SOLIDÁRIA E SUSTENTÁVEL<br />
IMCA &#8211; INSTITUTO MORRO DA CUTIA DE AGROECOLOGIA<br />
MSU &#8211; MOVIMENTO DOS SEM UNIVERSIDADE<br />
FÓRUM ESTADUAL DE DEFESA DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS E DO  ADOLESCENTE/SP<br />
FÓRUM BRASILEIRO DE ECONOMIA SOLIDÁRIA<br />
FÓRUM DE MULHERES DO ESPÍRITO SANTO<br />
FÓRUM MUDANÇAS CLIMÁTICAS E JUSTIÇA SOCIAL<br />
FÓRUM BRASILEIRO DE SOBERANIA E SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL<br />
FÓRUM CARAJÁS<br />
FAMOPES &#8211; FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES E MOVIMENTOS  POPULARES DO ESPÍRITO SANTO<br />
MNLM/RJ &#8211; MOVIMENTO NACIONAL DE LUTA PELA MORADIA/RJ<br />
JUSTIÇA GLOBAL<br />
OBSERVATÓRIO NEGRO<br />
PLATAFORMA DHESCA<br />
REDE FAOR &#8211; FÓRUM AMAZÔNIA ORIENTAL<br />
REDE DE AGROECOLOGIA DO MARANHÃO<br />
REDE BRASILEIRA DE JUSTIÇA AMBIENTAL<br />
REDE DESERTO VERDE<br />
REDE BRASIL SOBRE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS MULTILATERAIS<br />
AMEDI &#8211; AMBIENTE E EDUCAÇÃO INTERATIVA<br />
REDE NACIONAL DE ADVOGADAS E ADVOGADOS POPULARES NO CEARÁ<br />
REDE SOCIAL DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS<br />
INSTITUTO GIRAMUNDO MUTUANDO<br />
INSTITUTO POLÍTICAS ALTERNATIVAS PARA O CONE SUL<br />
SAPI &#8211; SOCIEDADE DOS AMIGOS DO PARQUE DE ITAÚNAS (ES)<br />
TRIBUNAL POPULAR: O ESTADO BRASILEIRO NO BANCO DOS RÉUS<br />
EKIP NATURAMA<br />
ETNIOKA<br />
TOXISPHERA ASSOCIAÇÃO DE SAÚDE AMBIENTAL<br />
<strong>PERSONALIDADES E INTELECTUAIS</strong><br />
LEONARDO BOFF &#8211; TEÓLOGO E ESCRITOR<br />
DOM PEDRO CASALDÁLIGA &#8211; BISPO EMÉRITO DE SÃO FÉLIZ DO ARAGUAIA<br />
BERNARDO MANÇANO FERNANDES &#8211; CÁTEDRA UNESCO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO E DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL<br />
JOSÉ ARBEX JUNIOR &#8211; JORNALISTA E COORDENADOR DA ASSOCIAÇÃO DOS  AMIGOS DA ESCOLA FLORESTAN FERNANDES<br />
CARLOS WALTER PORTO-GONÇALVES &#8211; PROFESSOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE<br />
HORÁCIO MARTINS DE CARVALHO &#8211; PROFESSOR E MILITANTE SOCIAL<br />
LADISLAU DOWBOR &#8211; PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DA PONTIFÍCIA  UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO<br />
LUIZ CARLOS PINHEIRO MACHADO &#8211; EX-PRESIDENTE DA EMBRAPA E PROFESSOR  DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA<br />
MIGUEL CARTER &#8211; PROFESSOR DA AMERICAN UNIVERSITY, WASHIGTON/EUA<br />
SÉRGIO SAUER &#8211; RELATOR DO DIREITO HUMANO À TERRA, TERRITÓRIO E ÁGUA  DA PLATAFORMA DHESCA<br />
MARIJANE LISBOA &#8211; RELATORA DO DIREITO HUMANO AO MEIO AMBIENTE DA PLATAFORMA DHESCA<br />
RUBENS NODARI &#8211; PROFESSOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA<br />
PAULO KAGEYAMA &#8211; PROFESSOR DA UNIVERSIDADE ESALQ/USP<br />
VIRGÍNIA FONTES &#8211; PROFESSORA DA FIOCRUZ E DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE<br />
IRAN BARBOSA &#8211; DEPUTADO ESTADUAL PT/SE<br />
JOÃO ALFREDO TELLES MELO &#8211; VEREADOR DE FORTALEZA/PSOL E EX-DEPUTADO FEDERAL</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/147/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=147&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>CAMPANHA PELA REGULAMENTAÇÃO DA PUBLICIDADE DE ALIMENTOS</title>
		<link>http://fbssan.wordpress.com/2010/07/06/campanha-pela-regulamentacao-da-publicidade-de-alimentos/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 20:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrangência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 2005, a ANVISA vem debatendo uma proposta de regulação da publicidade de alimentos com altos teores de açúcares, gorduras saturadas, gorduras trans, de sódio e de bebidas de baixo valor nutricional, especialmente aquela direcionada ao público infantil. Essa discussão originou uma proposta de resolução, que em 2006 foi colocada em consulta pública (CP nº 71/2006) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=142&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde  2005, a ANVISA vem     debatendo uma proposta de regulação da publicidade de alimentos com  altos     teores de açúcares, gorduras saturadas, gorduras trans, de sódio e  de     bebidas de baixo valor nutricional, especialmente aquela direcionada  ao     público infantil.</p>
<p>Essa discussão originou uma     proposta de resolução, que em 2006 foi colocada em consulta pública <span style="text-decoration:underline;">(CP      nº 71/2006)</span> para manifestação de todos os interessados. O fruto  desta     consulta foi a aprovação do texto final da futura resolução que  ainda não     foi publicada.</p>
<p>É imprescindível e urgente que     a sociedade exija que o amplo processo democrático de discussão do     teor da resolução seja respeitado, garantindo-se que o texto final     publicado seja aquele resultante do processo de consulta pública &#8211;     aprovado em audiência pública, ocorrida em 20 de agosto de 2009. É     inadmissível que se suprima trechos, em especial aqueles que  protegem a     criança, principal vítima da publicidade de alimentos e bebidas não     saudáveis.</p>
<p>A publicidade desse grupo de     alimentos contribui para a atual epidemia de sobrepeso e obesidade  em     crianças, que vem ocorrendo no Brasil e no mundo, o que fez com que a     Organização Mundial de Saúde aprovasse, em abril deste ano, uma     recomendação orientando os países membros das Nações Unidas, a  restringir a     publicidade de alimentos direcionada à crianças.</p>
<p>Além do <strong>Fórum Brasileiro de  Soberania e Segurança     Alimentar e Nutricional</strong> (FBSSAN), também participam dessa     campanha as seguintes organizações: IDEC (Instituto de Defesa do  Consumidor);     Instituto Alana; ASBRAN (Associação Brasileira de Nutrição); CFN  (Conselho     Federal de Nutricionistas).</p>
<p><strong>Posicione-se!</strong><strong> Envie a mensagem abaixo em apoio à  regulamentação da publicidade de     alimentos. </strong></p>
<h1><strong><span style="text-decoration:underline;">Carta de apoio a  regulamentação que proíba publicidade de </span></strong></h1>
<h1><strong><span style="text-decoration:underline;">alimentos e bebidas não saudáveis direcionada a crianças</span></strong></h1>
<p>Apoio a  iniciativa da     ANVISA na publicação da regulamentação da publicidade de alimentos, <span style="text-decoration:underline;">conforme      texto discutido com a sociedade em consulta pública e aprovado na  audiência     pública em 20 de agosto de 2009</span>, que definiu requisitos para     propaganda, publicidade e promoção de alimentos destinados às  crianças.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Nome e estado</p>
<p>Enviar     esta carta para os seguintes endereços:</p>
<p><strong>Ministro     da Saúde</strong> -   José     Gomes Temporão -  <a href="mailto:gabmin@saude.gov.br" target="_blank">gabmin@saude.gov.br</a></p>
<p><strong>Diretores     da ANVISA</strong></p>
<p>Dirceu Raposo de Mello &#8211; <a href="mailto:presidencia@anvisa.gov.br" target="_blank">presidencia@anvisa.gov.br</a></p>
<p>Maria Cecília Brito  &#8211; <a href="mailto:dimcb@anvisa.gov.br" target="_blank">dimcb@anvisa.gov.br</a></p>
<p>José Agenor Álvares da Silva &#8211; diage@anvisa.gov.br</p>
<p>Dirceu Brás Aparecido Barbano &#8211; didbb@anvisa.gov.br</p>
<p>Agnelo Santos Queiros Filho &#8211; diasq@anvisa.gov.br</p>
<p><strong>Ministra     da Casa Civil</strong> &#8211; Erenice     Alves Guerra – <a href="mailto:casacivil@planalto.gov.br" target="_blank">casacivil@planalto.gov.br</a></p>
<p><strong>Conselho     Nacional de Saúde</strong> -  Francisco Batista Junior &#8211;  <a href="mailto:presidencia.cns@saude.gov.br" target="_blank">presidencia.cns@saude.gov.br</a></p>
<p><strong>Não se esqueçam de colocar   a carta com cópia para <a href="mailto:Vanessa@fase.org.br" target="_blank">Vanessa@fase.org.br</a></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/142/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=142&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os impactos sociais e ambientais da pecuária no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 20:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrangência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível baixar o livro em PDF no seguinte link: http://www.fase.org.br/v2/pagina.php?id=3307 A presença do gado bovino teve conseqüências até na formação territorial do Brasil. Hoje, a criação de gado bovino é a atividade econômica que ocupa a maior extensão de terras no país, com o segundo maior rebanho bovino do mundo. Se levarmos em conta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=140&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É possível baixar o livro em PDF  no seguinte link: <a title="blocked::http://www.fase.org.br/v2/pagina.php?id=3307" href="http://www.fase.org.br/v2/pagina.php?id=3307" target="_blank">http://www.fase.org.br/v2/pagina.php?id=3307</a></p>
<p>A presença do gado bovino teve conseqüências até na formação territorial do Brasil. Hoje, a criação de gado bovino é a  atividade econômica que ocupa a maior extensão de terras no país, com o segundo  maior rebanho bovino do mundo. Se levarmos em conta ainda que as empresas  brasileiras respondem hoje por mais da metade do mercado mundial de carne bovina e  que em 2008 o país ocupava a sexta posição mundial em produção de leite, dá pra imaginar a importância econômica desta atividade para o país.</p>
<p>Esses dados, por si só, deveriam garantir que  os órgãos governamentais responsáveis pelo controle e acompanhamento desta atividade divulgassem informações corretas e atuais acerca de todas as questões a ela  relacionadas. No entanto, como diz o economista e consultor da Fase Sergio  Schlesinger, em estudo publicado recentemente sob o título <em><em>Onde Pastar? O gado bovino no Brasil</em></em>: “com os olhos voltados para o exterior, o mundo oficial divulga e publica números e informações  gerais cuja qualidade é incompatível com a dimensão deste setor no Brasil A  área total ocupada e o total do rebanho, por exemplo, são dados que variam  tremendamente, para um mesmo período, a depender da fonte oficial que os produz ou até  mesmo da metodologia empregada”.</p>
<p>Se dados tão básicos e, a princípio, não  comprometedores, são tratados desta forma, o que dizer das informações sobre os impactos sociais e  ambientais causados pela extensiva criação de gado bovino, quando estas podem  comprometer a aceitação dos produtos no mercado internacional?</p>
<p>Sabe-se que hoje as regiões Norte e  Centro-Oeste são as que apresentam as maiores taxas de expansão do rebanho bovino no Brasil e que este  ciclo de expansão vem sendo considerado o principal fator de destruição da  Amazônia. Os impactos sobre a Floresta Amazônica e o Cerrado brasileiros em termos  ambientais e sociais, ou seja, a dimensão de áreas degradadas, a geração de  empregos, a qualidade da carne vendida no mercado interno e outros, são praticamente ignorados e, quando divulgados, são tratados de maneira a não prejudicar  as exportações e a imagem do Brasil no exterior “em particular no que diz respeito à destruição da Amazônia”, afirma Sergio Schlesinger.</p>
<p>Neste recente lançamento, editado pela Fase com  o apoio da Fundação Heinrich Böll , FDCL, TNI e Food na Water Watch, o economista analisa a  importância da exploração da pecuária para a economia e o significado desta  exploração para o meio ambiente do país e do mundo. Discutindo também os impactos  sociais dessa atividade, ele busca desvendar e organizar as informações gerais sobre o  gado bovino brasileiro e a apresenta algumas novas propostas para a pecuária  no Brasil.</p>
<p><a href="http://www.fase.org.br/v2/pagina.php?id=3307" target="_blank">http://www.fase.org.br/v2/pagina.php?id=3307</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/140/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/140/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/140/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/140/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/140/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/140/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/140/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/140/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/140/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/140/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/140/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/140/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/140/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/140/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=140&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Relatório aponta para uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil</title>
		<link>http://fbssan.wordpress.com/2010/07/06/relatorio-aponta-para-uso-indiscriminado-de-agrotoxicos-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 20:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrangência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Maiores informações no site da ANVISA http://www.anvisa.gov.br 23 de junho de 2010 Agrotóxicos que apresentam alto risco para a saúde da população são utilizados, no Brasil, sem levar em consideração a existência ou não de autorização do Governo Federal para o uso em determinado alimento. É o que apontam os novos dados do Programa de Análise [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=138&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maiores  informações no site da ANVISA http://<a href="http://www.anvisa.gov.br/" target="_blank">www.anvisa.gov.br</a></p>
<p><em>23 de junho de 2010</em></p>
<p>Agrotóxicos que  apresentam alto risco para a saúde da população são utilizados, no  Brasil, sem  levar em consideração a existência ou não de autorização do Governo  Federal para  o uso em determinado alimento. É o que apontam os novos dados do <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/5b609f8042f584fc89fa9f536d6308db/Apresenta%C3%A7%C3%A3o+Final.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">Programa de  Análise de Resíduos de Agrotóxicos em  Alimentos (PARA)</a>, divulgados pela Agência Nacional de  Vigilância  Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira (23), em Brasília (DF).</p>
<p>Em 15 das vinte culturas analisadas  foram encontrados ingredientes ativos em processo de <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/anvisa/anvisa/sala+de+imprensa/noticias/reavaliacao+de+agrotoxicos+10+anos+de+protecao+a+populacao" target="_blank">reavaliação  toxicológica</a> junto à Anvisa,  devido aos efeitos negativos desses agrotóxicos para a saúde humana.  “Encontramos agrotóxicos, que estamos reavaliando, em culturas para os  quais não  estão autorizados, o que aumenta o risco tanto para a saúde dos  trabalhadores  rurais como dos consumidores”, afirma o diretor da Anvisa, Dirceu  Barbano.</p>
<p>Nesta situação, chama  a atenção a  grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/0984690042f586f88a239e536d6308db/NT+Endossulfan.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">endossulfan</a>,  de cebola e cenoura contaminados  com <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/6d0db40042f588288a3c9e536d6308db/NT+Acefato.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">acefato</a> e pimentão, tomate, alface e cebola  contaminados com <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/316c0a8042f5894c8a559e536d6308db/NT+Metamidof%C3%B3s.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">metamidofós</a>.  Além de serem proibidas em vários  países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas  pela  Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil.</p>
<p>De acordo com o  diretor da Anvisa, “são  ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e  que causam  problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até  câncer”.  “Apesar de serem <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/f5a2750042f58a1f8a6e9e536d6308db/Tabela+Proibi%C3%A7%C3%A3o+_2_.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">proibidos</a> em vários locais do mundo, como  União Européia e Estados Unidos, há pressões do setor agrícola para  manter esses  três produtos no Brasil, mesmo após serem retirados de forma voluntária  em  outros países”, pondera Barbano.</p>
<p>A Anvisa realiza a  reavaliação  toxicológica de ingredientes ativos de agrotóxicos sempre que existe  algum  alerta nacional ou internacional sobre o perigo dessas substâncias para a  saúde  humana.  Em 2008, a Agência colocou em reavaliação 14 ingredientes  ativos  de agrotóxicos, dentre eles o endossulfan, o acefato e o metamidofós.</p>
<p>Juntos, esses 14  ingredientes  representam 1,4 % das 431 moléculas autorizadas para serem utilizadas  como  agrotóxicos no Brasil. Entretanto, uma séria de decisões judiciais,  também em  2008, impediram, por quase um ano, a Anvisa de realizar a reavaliação  desses  ingredientes.</p>
<p>De lá pra cá, a  Agência consegui  concluir a reavaliação de apenas uma molécula: a <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/anvisa/anvisa/sala+de+imprensa/noticias/agrotoxicos+a+base+de+cihexatina+serao+banidos+do+brasil" target="_blank">cihexatina</a>.  O resultado da reavaliação prevê  que essa substância seja retirada do mercado brasileiro até 2011. “Todos  os  citricultores que exportam suco de laranja já não utilizam mais a  cihexatina,  pois nenhum país importador, como Canadá, Estados Unidos, Japão e União  Européia, aceita resíduos dessa substância nos alimentos”, diz o gerente  de  toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles.</p>
<p>Para outras cinco  substâncias, a Anvisa  já publicou as Consulta Públicas e está na fase final da reavaliação.  Nesses  casos, houve quatro recomendações de banimento (acefato, metamidofós,  endossulfan e triclorfom) e uma indicação de permanência do produto com  severas  restrições nas indicações de uso (fosmete).</p>
<p>Confira aqui a  evolução das <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/72f6100042f58cd48aa79e536d6308db/Importa%C3%A7%C3%B5es.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">importações</a> de agrotóxicos no país.</p>
<p><strong>Balanço</strong></p>
<p>Outra irregularidade  apontada pela PARA  foi a presença, em 2,7% das amostras dos alimentos coletadas, de  resíduos de  agrotóxicos acima dos permitidos. “Esses resíduos evidenciam a  utilização de  agrotóxicos em desacordo com as informações presentes no rótulo e bula  do  produto, ou seja, indicação do número de aplicações, quantidade de  ingrediente  ativo por hectare e intervalo de segurança”, explica  Meirelles.</p>
<p>Tiveram amostras,  ainda, que  apresentaram as duas irregularidades: resíduos de agrotóxicos acima do  permitido  e ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura. No balanço  geral, das  3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram algum tipo de  irregularidade.</p>
<p>Os casos mais  problemáticos foram os do  pimentão (80% das amostras insatisfatórias), uva (56,4% das amostras  insatisfatórias), pepino (54,8% das amostras insatisfatórias), e morango  (50,8%  das amostras insatisfatórias). Já a cultura que apresentou melhor  resultado foi  a da batata com irregularidades em apenas 1,2% das amostras  analisadas.</p>
<p><strong>Cuidados</strong></p>
<p>Para reduzir o  consumo de agrotóxico em  alimentos, o consumidor deve optar por produtos com origem identificada.  Essa  identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à  qualidade  dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas.</p>
<p>É importante, ainda,  que a população  escolha alimentos da época ou produzidos por métodos de produção  integrada (que  a princípio recebem carga menor de agrotóxicos). Alimentos orgânicos  também são  uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem  produzidos.</p>
<p>Os procedimentos de  lavagem e retirada  de cascas e folhas externas de verduras ajudam na redução dos resíduos  de  agrotóxicos presentes apenas nas superfícies dos alimentos. “Os  supermercados  também tem um papel fundamental nesse processo, no sentido de rastrear,  identificar e só comprar produtos de fornecedores que efetivamente  adotem boas  práticas agrícolas na produção de alimentos”, afirma o gerente da  Anvisa.<br />
<strong>PARA</strong></p>
<p>O objetivo do PARA,  criado em 2001, é  garantir a segurança alimentar do trabalhador brasileiro e a saúde do  trabalhador rural. Em 2009, o Programa de Análise de Resíduos de  Agrotóxicos em  Alimentos da Anvisa monitorou 20 culturas em 26 estados do Brasil.  Apenas  Alagoas não participou do PARA em 2009.</p>
<p>O Programa funciona a  partir de  amostras coletadas pelas vigilâncias sanitárias dos estados e municípios  em  supermercados. No último ano, as amostras foram enviadas para análise  aos  seguintes laboratórios: Instituto Octávio Magalhães (IOM/FUNED/MG),  Laboratório  Central do Paraná (LACEN/PR) e para um laboratório contratado, nos quais  foram  investigadas até 234 diferentes agrotóxicos em cada uma das amostras.</p>
<p>Apesar das coletas  realizadas pelo  Programa não serem de caráter fiscal, o PARA tem contribuído para que os   supermercados qualifiquem seus fornecedores e para os produtores rurais  adotem  integralmente as Boas Práticas Agrícolas. Prova disso, foi a criação do  Grupo de  Trabalho de Educação e Saúde sobre Agrotóxicos (GESA).</p>
<p>Integrado por  diferentes órgãos e  entidades, o Grupo tem como objetivo elaborar propostas e ações  educativas para  reduzir os impactos do uso de agrotóxicos na saúde da população,  implementar  ações e estratégias para incentivar os sistemas  de produção integrada e   orgânicos e, no caso dos cultivos convencionais, orientar o uso racional  de  agrotóxicos. “Além de orientar, é preciso que o Estado fiscalize de  forma  efetiva o uso desses produtos no campo e coíba o uso indiscriminado e,  até mesmo  ilegal, de alguns agrotóxicos”, comenta Meirelles.</p>
<p>Os estados também têm  realizado  diversas ações com o objetivo de ampliar o número de amostras rastreadas  até o  produtor. Das amostras coletadas em 2009, 842 (26,9%) foram rastreadas  até o  produtor/associação de produtores, 163 (5,2%) até o embalador e 2032  (64,9%) até  o distribuidor. Somente 93 (3%) amostras não tiveram qualquer  rastreabilidade.</p>
<p>Confira a íntegra do <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/d214350042f576d489399f536d6308db/RELAT%C3%93RIO+DO+PARA+2009.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">relatório</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/138/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=138&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Bayer recua e desiste do pedido de liberação do arroz transgênico</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 20:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrangência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<h4></h4>
<p>A empresa Bayer Cropscience acaba de  informar        em sua página da internet que solicitou à CTNbio a retirada  temporária do        processo de liberação comercial do arroz Liberty Link (LL 62) da  pauta de        decisões técnicas. O pedido de liberação causou uma série de  reações        contrárias, por parte de vários grupos, desde produtores,  comunidade        científica e diversas organizações ambientalistas, de consumidores  e        movimentos sociais.</p>
<p>Segundo a empresa essa ação &#8220;proativa&#8221;        decorre da necessidade de ampliar o diálogo com setores da cadeia        produtiva do arroz no Brasil. Os rizicultores manifestaram-se  publicamente        contrários à liberação, que pode significar perda de mercados  consumidores        na África e União Européia, como já ocorrido nos Estados Unidos  onde houve        contaminação nas culturas de arroz , o que fez o país perder  milhões de        dólares.</p>
<p>O principal interesse da Bayer é liberar o         arroz no Brasil para influenciar outros países produtores do grão,  ao        mesmo tempo em que os produtores brasileiros só aceitarão a  variedade        transgênica quando houver a comercialização em outros países, além  de        ampla aceitação do mercado externo. É possível que a empresa se  comprometa        junto aos produtores de arroz que, mesmo quando for liberado pela  CTNBio,        ela não colocará o Libert Link a venda enquanto não for amplamente  aceito        pelos mercados mundiais. De qualquer forma, caso o Brasil libere a         variedade, a empresa terá mais subsídios para influenciar a  decisão em        outros países, ao mesmo tempo em que trabalha para transparecer  maior        segurança aos produtores.</p>
<p>A retirada do pedido de liberação é        temporária e, provavelmente, muito em breve, a empresa pleiteará  nova        aprovação de seu arroz transgênico. Tudo depende da Bayer  convencer os        produtores, mesmo que isso exclua o povo brasileiro da importante  decisão        em consumir ou não produtos transgênicos e seus potenciais  impactos ao        meio ambiente e à saúde.</p>
<p>De toda forma, a retirada do pedido impõe  uma        derrota à gigante biotecnológica, assim como freia o acelerado  quadro de        liberações comerciais de OGMs no Brasil, feitos pela CTNBio. Os  graves        problemas que envolvem o arroz transgênico levantados em audiência  pública        e as mobilizações das organizações da sociedade civil e da  comunidade        científica fazem com que a empresa recue no pedido. É uma pena que  a        CTNBio não se mostre acuada para continuar a agir pela aprovação        irrestrita dos eventos requeridos pelas empresas.</p>
<p>Após 10 anos de liberação comercial da  soja        RR da Monsanto, os agricultores sentem os efeitos nefastos  intrínsecos aos        transgênicos, como a concentração dos mercados (85 % da soja no  país está        nas mãos da Monsanto, sobrando apenas 15% para variedades  convencionais),        e o aumento do uso do glifosato e de outros agrotóxicos por conta  da        resistência adquirida por pragas. Para que os agricultores não  sejam        iludidos novamente, a sociedade precisa se organizar e exigir que o         Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), presidido até o seu        licenciamento, pela Ministra Dilma Rousseff, cumpra seu dever  legal e pare        de se omitir como tem feito, desde sua criação em 2005, ao delegar         decisões de extrema relevância pública e social ú ;nica e  exclusivamente a        uma comissão técnica composta de 27 pessoas, como é a        CTNbio.</p>
<p>O tempo ganho com o recuo da Bayer tem  que        servir à sociedade para ampliar a discussão e exigir que o governo  Lula se        posicione a favor da saúde, do meio ambiente, dos agricultores e        consumidores.</p>
<p>Leia a nota publicada pela Bayer (<a href="http://www.jaiminho.com.br/e/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy5iYXllcmNyb3BzY2llbmNlLmNvbS5ici9zaXRlL3NhbGFkZWltcHJlbnNhL0RldGFsaGVkb1ByZXNzUmVsZWFzZS5mc3M/bWVzPTA2JmFubz0yMDEwJk5vdGljaWE9NDc3MDc3NjUtOTIwYi00ODcwLTk5Y2QtNGI3ODhmOTM2NDRmJlRpcG9kZU5vdGljaWE9UHJvdGVjYW9fQ3VsdGl2bw==&amp;Name=&amp;EncryptedMemberID=MjY3MzQ0NTYzMg%3D%3D&amp;CampaignID=1191&amp;CampaignStatisticsID=886&amp;Demo=0&amp;Email=dmFuZXNzYUBmYXNlLm9yZy5icg==" target="_blank">link</a>)</p>
<p>Leia a carta da sociedade civil para o  CNBS        (<a href="http://www.jaiminho.com.br/e/link.php?URL=aHR0cDovL3RlcnJhZGVkaXJlaXRvcy5vcmcuYnIvd3AtY29udGVudC91cGxvYWRzLzIwMTAvMDYvY2FydGFfQ05CU19hcnJvel9MTC0xLnBkZg==&amp;Name=&amp;EncryptedMemberID=MjY3MzQ0NTYzMg%3D%3D&amp;CampaignID=1191&amp;CampaignStatisticsID=886&amp;Demo=0&amp;Email=dmFuZXNzYUBmYXNlLm9yZy5icg==" target="_blank">link</a>)<br />
Leia o documento produzido pelas organizações contrárias à  liberação        (<a href="http://www.jaiminho.com.br/e/link.php?URL=aHR0cDovL3RlcnJhZGVkaXJlaXRvcy5vcmcuYnIvd3AtY29udGVudC91cGxvYWRzLzIwMTAvMDYvQXJyb3otdHJhbnNnZW5pY28tby1xdWUtZXN0YS1lbS1qb2dvLnBkZg==&amp;Name=&amp;EncryptedMemberID=MjY3MzQ0NTYzMg%3D%3D&amp;CampaignID=1191&amp;CampaignStatisticsID=886&amp;Demo=0&amp;Email=dmFuZXNzYUBmYXNlLm9yZy5icg==" target="_blank">link</a>)</p>
<p>Mais informações:<br />
Terra de Direitos –        Larissa Packer: 41 9934-6660/ 41 3232-4660<br />
AS-PTA – Gabriel  Fernandes:        21 8124-0095<br />
IDEC – Andrea Lazzarini: 11  8298-3322</p>
<p><a href="http://www.jaiminho.com.br/e/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy50ZXJyYWRlZGlyZWl0b3Mub3JnLmJy&amp;Name=&amp;EncryptedMemberID=MjY3MzQ0NTYzMg%3D%3D&amp;CampaignID=1191&amp;CampaignStatisticsID=886&amp;Demo=0&amp;Email=dmFuZXNzYUBmYXNlLm9yZy5icg==" target="_blank">www.terradedireitos.org.br</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/136/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/136/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/136/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=136&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Limite da Propriedade da Terra</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 20:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrangência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>

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		<description><![CDATA[Companheir@s da SAN é muito importante que todos participem divulgando e apoiando a campanha do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo pelo LIMITE DA PROPRIEDADE DA TERRA. Para saber como participar, visite a página da campanha  www.limitedaterra.org.br e no twitter @limitedaterra Abaixo, maiores informações; “Repartir a terra para multiplicar o pão.” Esta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=133&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><a href="mailto:Companheir@s" target="_blank">Companheir@s</a> da  SAN é muito importante que todos participem divulgando e apoiando a  campanha do  Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo pelo LIMITE DA  PROPRIEDADE DA TERRA.</span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Para saber como participar, visite a  página da  campanha  <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><a href="http://www.limitedaterra.org.br/" target="_blank">www.limitedaterra.org.br</a><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"> e no twitter </span></span><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">@limitedaterra</span><br />
</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Abaixo, maiores informações;</span></div>
<p>“Repartir a terra para multiplicar o pão.”</p>
<p>Esta campanha foi  criada  em 2000 pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo  (FNRA), com  o objetivo de conscientizar e mobilizar a sociedade brasileira sobre a  necessidade e a importância de se estabelecer um limite para a  propriedade da  terra no Brasil, que é o segundo maior concentrador do mundo, perdendo  apenas  para o Paraguai.</p>
<p>Mais de 50 entidades, organizações, movimentos e   pastorais sociais que compõem o FNRA estão engajadas na articulação  massiva em  todos os estados do país, além de centenas de outras organizações e  pessoas que  já aderiram a este importante movimento.</p>
<p>Entre os dias 01 e 07  de  setembro de 2010, será realizado o Plebiscito Popular pelo limite da  terra. Este  será mais um ato concreto do povo brasileiro contra a concentração de  terras no  país.</p>
<p>O objetivo final é pressionar o Congresso Nacional para que  seja  incluído um novo inciso no artigo 186 da Constituição Brasileira, que  trata da  Função Social da terra, para limitar o tamanho máximo da propriedade em  35  módulos fiscais, medida sugerida pela campanha do FNRA.</p>
<p>Se você  concorda  com o limite máximo para as propriedades rurais e com o fim dos grandes  latifúndios no Brasil, então diga: “Eu apoio a proposta de emenda à  Constituição  que limita o tamanho da propriedade da terra no Brasil!”</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/133/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/133/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/133/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=133&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>MP quer proibir no Brasil agrotóxico banido em 60 países</title>
		<link>http://fbssan.wordpress.com/2010/07/06/mp-quer-proibir-no-brasil-agrotoxico-banido-em-60-paises/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 19:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrangência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Lígia Formenti &#8211; O Estado de S.Paulo Usado em culturas de café e cana, endosulfam é acusado de causar câncer e problema endócrino O Ministério Público Federal vai ingressar na segunda-feira com uma ação civil pública para proibir o uso do agrotóxico endossulfam no Brasil. O produto, altamente tóxico, já foi banido em 60 países [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=131&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="0" width="97%" align="right">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>Lígia Formenti &#8211; O Estado de S.Paulo</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Usado       em culturas de café e cana, endosulfam é acusado de causar câncer e       problema endócrino</p>
<p>O Ministério Público Federal vai ingressar na segunda-feira com  uma ação       civil pública para proibir o uso do agrotóxico endossulfam no  Brasil. O       produto, altamente tóxico, já foi banido em 60 países e é  considerado       pela própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  como       nocivo à saúde. Mesmo assim, continua sendo usado na lavoura.</p>
<p>Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o Brasil  importou       1,84 milhões de quilos de endossulfam em 2008. No ano passado, o  número       saltou para 2,37 milhões de quilos.</p>
<p>Na edição de domingo, o Estado publicou reportagem mostrando que o  País       havia se transformado no principal destino de agrotóxicos  proibidos em       outros países.</p>
<p>A ação, que será proposta com pedido de liminar, requer a  suspensão de       informes de avaliação toxicológica do agrotóxico pela Anvisa.  Medida que,       se concedida, impedirá a comercialização do produto no País.</p>
<p>&#8220;Não há razão para tanta demora na adoção de ações que garantam o       fim do uso do produto no País&#8221;, argumenta o procurador da  República       Carlos Henrique Martins Lima.</p>
<p>A ação pede que a agência não conceda novos informes para produtos  que       levem o endossulfam, usado principalmente nas plantações de cacau,  café,       cana-de-açúcar e soja. Em caso de descumprimento, o MP pede  fixação de       multa diária de R$ 15 mil, revertida para o Fundo de Defesa dos  Direitos       Difusos.</p>
<p>Prejuízos à saúde. Associado ao aparecimento de câncer e a  distúrbios       hormonais, o endossulfam integra uma lista de 14 agrotóxicos  submetidos a       uma reavaliação do governo brasileiro por suspeita de serem  prejudiciais       à saúde. O processo, indispensável para retirada do produto do  País,       começou em 2008 mas, até agora, só um agrotóxico teve o destino  definido.       Para ser concluída, a reavaliação precisa ser analisada pela  Anvisa,       Ministério da Agricultura e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente.</p>
<p>Lima garante ser dispensável a avaliação de toda a comissão. &#8220;A       Anvisa tem como atribuição fazer vigilância sanitária. Se a  agência       conclui que produto é prejudicial à saúde não é preciso esperar o  aval       dos demais integrantes da comissão.&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/131/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/131/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/131/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=131&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>CARTA DO 3º SEMINÁRIO ESTADUAL DE SEMENTES CRIOULAS &#8211; Rio Grande do Norte</title>
		<link>http://fbssan.wordpress.com/2010/07/06/carta-do-3%c2%ba-seminario-estadual-de-sementes-crioulas-rio-grande-do-norte/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 19:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio Grande do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Sementes Criolas]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós, participantes do 3o Seminário de Sementes Crioulas, realizado no município de Apodi (RN), com a participação de mais de 300 trabalhadores e trabalhadoras rurais, além de representação de ONGs e movimentos populares, vimos manifestar a nossa preocupação com o ataque sem precedentes ao patrimônio genético e cultural da humanidade que vem se dando através [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=129&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós, participantes do 3o Seminário de Sementes Crioulas, realizado no<br />
município de Apodi (RN), com a participação de mais de 300 trabalhadores  e<br />
trabalhadoras rurais, além de representação de ONGs e movimentos  populares,<br />
vimos manifestar a nossa preocupação com o ataque sem precedentes ao<br />
patrimônio genético e cultural da humanidade que vem se dando através da<br />
ação articulada, por parte de grandes corporações multinacionais, às<br />
sementes que historicamente estão sob os cuidados das populações<br />
tradicionais e que são elementos fundamentais para a sua autonomia,<br />
reprodução social e soberania alimentar.</p>
<p>Para se contrapor a esse perigo que coloca em risco a  agrobiodiversidade,<br />
realiza-se mundialmente um movimento de contraposição que vem afirmando a<br />
importância de fortalecer a preservação e o controle das sementes em  posse<br />
daqueles e daquelas que produzem os alimentos para a maioria da  população,<br />
evitando assim que elas se tornem uma mercadoria e fonte de lucros<br />
exorbitantes para poucas empresas do sistema agroalimentar.</p>
<p>Diante disso, o referido seminário tirou como proposição a criação, no  Rio<br />
Grande do Norte, de uma Rede Estadual de Sementes Nativas &#8211; vegetais e<br />
animais -, com o objetivo de animar, articular e promover iniciativas  para o<br />
seu resgate, proteção e multiplicação. Além desta, algumas outras<br />
proposições foram dadas:</p>
<p>- Articulação das comunidades rurais, estimulando a coleta de sementes,  por<br />
intermédio de trabalhos com os jovens, mulheres e multiplicadores<br />
comunitários, estimulando a criação de bancos de sementes familiares e<br />
comunitários;</p>
<p>- Criação e fortalecimento de roçados coletivos que potencializem os  bancos<br />
de sementes e intercâmbios culturais que estimulem as trocas de sementes  e<br />
mudas;</p>
<p>- Campanha de organização e mobilização para o resgate e multiplicação  das<br />
sementes nativas através de discussões em fóruns municipais, sindicatos,<br />
conselhos comunitários, territórios, escolas, etc;</p>
<p>- Promoção de ações de contraposição veemente à criação e propagação das<br />
sementes transgênicas e aos pacotes tecnológicos compostos de  agrotóxicos,<br />
adubos químicos e mecanização que comprometem os recursos naturais como o<br />
solo e água.</p>
<p>São esses os compromissos assumidos pelos participantes do 3o Seminário  de<br />
Sementes Crioulas, que levam de Apodi a determinação e a certeza de  lutar<br />
pela construção de um mundo justo, solidário, sustentável e com  soberania<br />
alimentar.</p>
<p>Apodi-RN, 29 de maio de 2010.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/129/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=129&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Conselheira participa de audiência pública na Câmara nesta terça-feira</title>
		<link>http://fbssan.wordpress.com/2010/07/06/conselheira-participa-de-audiencia-publica-na-camara-nesta-terca-feira/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 19:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ediepinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[CONSEA]]></category>

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		<description><![CDATA[A conselheira Maria Emília Pacheco representa o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), nesta terça-feira (8), às 14h30, em audiência pública na Câmara dos Deputados em Brasília. O evento acontece no Plenário 6 do Anexo II e é uma realização conjunta de duas comissões da Casa - a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=126&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>A conselheira Maria Emília Pacheco representa o  Conselho                    Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional  (Consea), nesta                    terça-feira (8), às 14h30, em audiência pública na  Câmara dos                    Deputados em Brasília.</p>
<p>O evento acontece no  Plenário 6                    do Anexo II e é uma realização conjunta de duas  comissões da                    Casa - a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento                    Sustentável e a Comissão de Agricultura, Pecuária,                    Abastecimento e Desenvolvimento Rural.</p>
<p>O tema  do                    encontro é &#8220;Agrobiodiversidade e Direitos dos  Agricultores&#8221;. O                    requerimento para a realização da audiência pública  conjunta é                    de autoria do deputado Nazareno Fonteles                    (PT-PI).</p>
<p>Segundo o site da Câmara dos  Deputados, também                    foram convidadas as seguintes autoridades: Guilherme  Cassel,                    ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA); Roberto de  Barros                    Santos, representante do Ministério de Agricultura,  Pecuária e                    Abastecimento (Mapa); Juliana Santilli, promotora de  Justiça                    no Distrito Federal; Bráulio Dias, diretor do  Departamento de                    Conservação da Biodiversidade; Walter Colli,  representante da                    Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio);  Larissa                    Packer, da Articulação Nacional de Agroecologia; e  Rosângela                    Cordeiro, do Movimento de Mulheres                    Camponesas.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Audiência                     Pública &#8220;Agrobiodiversidade e Direitos dos                    Agricultores&#8221;<br />
Dia: 8 de junho (terça-feira)<br />
Horário:                     14h30<br />
Local: Plenário 6 do Anexo II da Câmara dos                    Deputados, Brasília (DF)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fbssan.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fbssan.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fbssan.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fbssan.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fbssan.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fbssan.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fbssan.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fbssan.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fbssan.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fbssan.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fbssan.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fbssan.wordpress.com/126/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fbssan.wordpress.com/126/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fbssan.wordpress.com/126/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fbssan.wordpress.com&amp;blog=10578171&amp;post=126&amp;subd=fbssan&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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